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3 Pontos de Vista

Um Mundo à Cabeceira

Que o quarto é um espaço privilegiado para a serenidade, nada de novo. É, ou deverá ser, um lugar especial, de intimidade(s) e privacidade(s). E tudo o que está no quarto, o que deverá ser? Um reflexo do que somos? Uma história contada das nossas preferências e vivências?

Falar do quarto é falar de nós! Mas não escolhemos falar do quarto no geral, antes de um objeto especial (ou não) e discreto - a mesa-de-cabeceira – um lugar, por norma pequeno, onde guardamos e abandonamos, antes de dormir, parte das coisas do nosso mundo.  

Percebemos que afinal estas têm muito para dizer de nós. E por isso aqui fica o desafio, diz-nos como é a tua, dir-te-emos quem és! GRÁTIS a partir de hoje, qual consulta astrológica, a fotografia da tua mesa-de-cabeceira será alvo de um mapa, mas sem ascendentes, sem luas em planeta nenhum, sem casas em não-sei-o-quê, mas com a garantia de que opinaremos com toda a sensibilidade estética, geracional, feminina e fantasiosa que nos caracteriza.

Como? Fotografia colocada no facebook 3 Pontos de Vista ou enviada para o email (3pontosdevista@gmail.com). Resultados privados e confidenciais. Apenas esperamos que depois nos digam se fez algum sentido o que do vosso mundo na vossa mesa-de-cabeceira encontrámos e, se realmente encontrarem um sentido, partilhem nos vossos blogs e páginas de facebook.

Mas para não acharem que só opinamos com as coisas dos outros, aqui ficam as nossas para poderem, também, ficar a conhecer um pouco do que temos à nossa cabeceira.

mesa de cabeceira.JPG

 

...

 
LOLA

Não tive poder de escolha e até agora tenho esta. Quando escolher, escolho uma de cada nação… acho graça.

Tenho duas, mas tendo sempre para a do lado direito. As três gavetas são fundamentais, cada uma para arrumar o que lhe compete. Na fotografia está mais arrumada do que o costume. Podem aparecer mais umas coisas, mas estas estão certamente lá. Não dispenso a coluna por nada (quase sempre ligada, quando estou em casa) que se faz acompanhar do comando da televisão e também do do aquecedor/ventoinha. O creme permanece porque faz parte do ritual do dia-a-dia e a pílula idem. O carregador do telemóvel pode aparecer ou não, mas a maior parte das vezes está lá. Os brincos, aparecem no final da noite e desaparecem no início do dia. O difusor do cheirinho, também "salta" para a tomada de manhã. Por vezes, pode servir de apoio a um livro, a um caderno e/ou a umas canetas.
O candeeiro diz o “boa noite”… e amanhã é outro dia.

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KIKI

Não foi a que eu escolhi, mas a que alguém especial considerou mais adequada. Como tal, lá permanece.

Não morro de amores, mas é a minha, por isso íntima, não fosse dormir a meu lado diariamente e até ser a minha confidente, pois o quarto é "o meu canto, o meu abrigo"!
As gavetas são quatro, mas mesmo assim insuficientes, preenchidas maioritariamente por todos os modelos e cores de meias, collants e caneleiras.
Em cima permanece aquilo de que não me posso esquecer - medicamentos e água para os tomar -, o que me dá jeito ter à mão - vaselina para hidratar os lábios; creme para hidratar os pés; lenços; o carregador do telemóvel, luz e o comando da Televisão – e ainda por lá paira um livro, o que está a leitura no momento. O objetivo é evitar  levantar a meio da noite, pois adoro preguiçar.

O naperon?!?!? Ai o naperon... Não gosto! Mas por vezes temos que ceder...

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DUDA

A forma foi o mais básico que encontrei, cubo vulgarucho do IKEA, não me orgulho. Sem gaveta, mas com caixa para ser fácil mandar roupa interior lá para dentro. Como sou claustrofóbica com tralha, no topo apenas tenho 4 livros pendentes atuais (atuais, porque há outros que, menos atuais mas pendentes, já foram parar à estante). Entre os livros, escondida, costuma estar uma base de copos com o formato de uma maçã, que à noite destapo para por a chávena de chá ou a garrafa de água. Mais nenhum objeto aqui tem lugar, só os óculos que dormem por cima deles. De manhã ela volta a ser apenas, e basta-se como, um suporte para livros. 

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