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3 Pontos de Vista

Mergulho no Ar!

Sim…fizemos Bungee Jumping!

LOLA e a KIKI, na plenitude dos seus 20’s e 30’s, ganharam coragem e foram fazer Bungee Jumping.

 

Bungee Jumping.jpg

 

A decisão e aquisição do voucher, foi um impulso. O dia chegou e fomos entusiasmadas para esta aventura, cuja essência está na disponibilidade e vontade de experimentar coisas novas que está cada vez mais saliente em nós. As sensações eram mistas. A de curiosidade e suposta coragem que nos levava a saltar de uma ponte em direção ao vazio, tal como o medo e o receio, não de que os sistemas de segurança pudessem falhar, porque nisso nem pensávamos, mas sim, do desconhecido.

Uma experiência nova que já estávamos mais do que dispostas e decididas a fazer. Desafiámo-nos mutuamente…e aí fomos nós!

Bem antes das 10h da manhã já estávamos no Elevador Panorâmico de Almada, com todos os apetrechos que tínhamos preparado para este dia, que foi seguido de praia. Fomos as primeiras a chegar, claro! Com a KIKI nunca chegamos atrasadas e estávamos decididas a ser as primeiras a saltar.

Fomos recebidas pela equipa New Extremos, que com a sua - extrema – simpatia, nos começaram a explicar todos os procedimentos para que o salto se fizesse valer e a equipar-nos com todos os apetrechos de segurança necessários.

LOLA foi a primeira! A juventude dos 20’s não se revelou propriamente mais corajosa, houve alguma hesitação com três falsas ameaças de “mergulho no ar”. Mas depois lá foi, com um grito de libertação prolongado a acompanhar.

KIKI apresentou-se como uma mulher mais corajosa, atirando-se logo após o 5, 4, 3, 2, 1...

Mais ou menos corajosa, a sensação foi comum… assim que mergulhamos no ar, o mundo silencia-se e dá lugar a uma descarga de adrenalina que percorre o nosso corpo durante aqueles segundos em que vamos a uma velocidade alucinante em direção à terra, até sermos puxadas por uma corda que provoca um efeito ioiô com o nosso corpo. São 3 movimentos ioiô e temos indicações para nos agarrarmos à corda central em posição fetal e assim iniciar a descida até ao chão, onde temos outro membro simpático da New Extremos.

A aterragem, que é feita de forma lenta, torna-se num momento de descompressão em que o corpo apresenta efeitos secundários de um pico de adrenalina, que aliás se prolonga por umas horas.

Ainda com o corpo a tremer, regressamos ao ponto de partida, satisfeitas e orgulhosas por o termos feito, mas indecisas se o voltaremos a fazer.

Em breve partilharemos o vídeo da aventura!

Esta, foi mais uma daquelas em que a DUDA não alinhou. Não se anima muito com aventuras radicais e apresenta uns sinais vertiginosos. Os compromissos de mãe dessa manhã, vieram mesmo a calhar.

Proximo desejo: Salto de Páraquedas!

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