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3 Pontos de Vista

HOJE, quero #ouvir Fado!

Não há uma razão, apenas porque é Sábado, está frio e estamos em modo caseiro... Apetece-nos ouvir FADO!

 

Um gosto transversal às três gerações, deixamos-vos a seleção de cada Ponto de Vista.

 

LOLA, aos 20's...

 

CARLOS DO CARMO - Canoa do Tejo

 

KIKI, aos 30's...

 

MARIZA - Chuva

 

DUDA, aos 40's...

 

CARMINHO - Disse-te Adeus

 

BOA NOITE!!!

3 séries para um dia de chuva

Não se deslumbra o fim da temporada das séries. Vieram para ficar. Canais dedicados e temas variados para todos os gostos. Histórias partidas em episódios, que se fazem esticar durante semanas e meses. Levam atrás, fãs aficionados que vão alternando entre a angústia e o saudosismo no intervalo de cada temporada.  

Agora que a chuva também voltou com novos episódios, aqui ficam as nossas 3 escolhas das nossas 3 séries de eleição, chova ou não.

 

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LOLA

Aos 20's...com um dia chuvoso, cinzento e frio, a vontade é de agarrar numa caneca de chá quente, "press play" e embrulhar-me em séries. Para estes dias assim, que em nada ajudam ao meu mood, escolho as minhas 3 séries de eleição até à data.

Game Of Thrones
Uma série de fantasia que reporta à época medieval e com um trabalho a nível da produção absolutamente notável. Gosto da irreverência da história, da construção dos atos inesperados, dos cenários criados, do guarda-roupa, da incerteza dos acontecimentos e das surpresas a cada episódio que me fazem detestar e amar o escritor. As minhas personagens de eleição são Tyrion Lannister, Bronn e como não podia deixar de ser John Snow e Khaleesi, The Mother of Dragons.

Vikings
Comecei a ver Vickings como consequência à ausência de GOT...a verdade é que consegui ver as 3 temporadas enquanto o diabo esfrega o olho. Vi dois episódios e não consegui parar mais. À semelhança do GOT sofro pela demora da próxima temporada.

Gosto dos cenários e das personagens escandinavas. A história da propagação do povo pagão pela Europa agarrou-me desde logo. Levou-me a querer saber mais sobre estes grandes acontecimentos do século VIII e como a minha ideia de um viking era verdadeiramente errada. O guarda-roupa e a caracterização também são pontos altos desta produção do canal História. As minhas personagens preferidas são Ragnar Lothbrok, Lagertha e Athelstan.

Gossip Girl
Comecei a ver esta série, ainda não estava nos 20's. Já não vejo há muito tempo e na verdade não vi até ao fim. Ainda assim, seguia atentamente e hoje se for dos tais dias cinzentos e na falta de temporadas das minhas preferidas, sou capaz de me embrulhar nas bisbilhotisses da zona de Elite de NY.

Gosto das histórias cruzadas, das roupas e da inteligência das personagens.
As preferidas são Chuck Bass e Blair Waldorf.

Muito havia por dizer das preferências para os dias cinzentos, por isso não colocar de parte Tyrant, White Collar, How I Meet Your Mother, Complications e The Big Bang Theory.

Nesta altura, ando a descobrir House Of Cards.

 

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KIKI

Quando as condições climatéricas convidam à ronha e ao percurso cama-sofá, as séries são sem dúvida uma boa companhia. Julgo que não por estar nos 30’s, mas por ser a KIKI, a escolha cumpre requisitos que não fogem àquilo que são também características minhas.

Valorizo séries com histórias atuais. Nada de séries da idade da pedra, cheia de bestas brutas a esgueirar sangue por todo o lado… E há alguma coisa mais atual, ou intemporal, do que as relações?!?! Um tema que nunca passa de moda. Pois é, sou romântica, por isso escolho séries Românticas! Daquelas que, às vezes, até fazem cair uma lagriminha lamechas.

Importa que me façam rir… Em dias climatericamente tristes, importa gargalhar um pouco, para descontrair e animar. Por isso, têm que ser séries com sentido de humor.

A minha escolha é então:

Grey’s Anatomy

Sex and the City

How I Met Your Mother

 

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DUDA

Não foi fácil a seleção porque há mais do que três na minha lista. Escolhi três que, completamente diferentes em género, têm em comum o facto de serem narrativas sólidas, preenchidas de detalhes que as tornam as minhas series de eleição.

Hannibal
Thriller psicológico e bizarro que põe a nu a mente humana em personagens que à beira do abismo da sanidade desafiam o que para o espectador poderá ser o lógico e o espectável. A câmara também surpreende, bem filmado e com momentos que lembram o registo de David Lynch.

Vikings
Excelente guarda-roupa, repleto de peças e detalhes muito bem conseguidos. A fotografia também marca pontos. O encantamento da estética escandinava, numa narrativa que evidencia a mescla que foi/é a cultura europeia.

House of Cards
Os bastidores da casa branca e os jogos de poder para mostrar o que é política ao comum dos mortais. Abordagem consistente por personagens credíveis e claro excelentes atores.  

 

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Soutiens com nomes de mulheres… Mulheres com nome, mas com ou sem soutiens?

Não tem outra finalidade que não estética! É um facto, pode melhorar o conforto, por exemplo correr sem ele é chato, mesmo para quem não se queixa do volume.

 

Há muito que foi imposta a ditadura do soutien, para algumas mulheres chegou a ser símbolo da opressão sexista, do imperialismo machista. Mas esses foram outros tempos, já não se queimam soutiens em prol de reivindicar a liberdade sexual, o direito à escolha, à emancipação. Agora são outros tempos, ou outros implantes!

 

E o soutien, o que é feito do soutien? Perdura… como peça democrática da roupa interior feminina, porque afinal há para todos os gostos, para reduzir, para aumentar, para ser discreto ou para se fazer notar. E, agora, até têm nomes de mulheres. Das mulheres que os vestem, felizes e entusiasmadas? Ou entediadas com um mal necessário?

 

Opinamos, numa perspetiva geracional, sobre esta peça absolutamente feminina, fazendo uma escolha INTIMISSIMI, pois foi esta a marca que se decidiu aproximar da mulher, dando nomes próprios aos soutiens.

 

LOLA

Aos 20’s… digo SIM ao soutien!

Não saio nunca de casa sem o “amigo do peito”. Tenho preferência pelo padrão liso, por vezes com um ou outro apontamento, mas geralmente sem demasiados rendados. Ainda assim, também existe um ou outro desses na gaveta. Os que dão mais confiança e os que potenciam o corpo da mulher, mas sem descurar o conforto. Na hora de escolher, não é muito difícil, pois não ofereço essa dificuldade. É, portanto, uma peça fundamental do dia-a-dia da mulher.

Confesso, quando o tiro é um alívio, mas não o dispenso nunca.

Se estivesse agora nas compras, escolhia este (sem costuras): GIOIA.

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KIKI

Aos 30’s… É um SIIIIMMMMMMM. Eu uso, com todo o prazer e segurança que a peça assegura. Não concebo sequer não usar soutien, seria, para mim, um desconforto e um quase sentimento de prática de nudismo, porque há efetivamente um relevo notório no meu caso.  

Uma arma de conforto e sensualidade, é assim que o sinto. Um toque importante no decote feminino, com modelos adequados à dimensão do peito e ao formato da peça de vestuário que o vai sobrepor.

A cada ocasião adequa-se a opção!

Hoje escolho o MONICA.

 

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DUDA

Aos 40’s… É um NÃO!

Para mim sem, mas uso. Contradição admito! Confesso ser um sacrifício, é um “tem que ser” ou pela transparência ou pela aparência, acaba por ser indiferente. Eu, e porque não faço sombra à barriga, a seguir aos sapatos é logo o meu segundo objetivo quando me decido despir. Nunca acho aconchegante ou confortável, para mim são todos uns espartilhos, que apesar de poderem ser bonitos não deixam de ser claustrofóbicos e incómodos… Mas aqui fica a escolha: RETRO FLOWERS SIMONA.

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Tipos de Colegas de Trabalho

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Já está tudo de volta, para mais uma ronda em lides laborais. Assim se quer, pois precisamos de ser um país mais produtivo, com gente empregada e a contribuir para a economia nacional.

 

Aí está mais um ano! A esta altura, muitos já fizeram a análise ao calendário para ver quantas pontes vamos ter, alguns terão colegas novos e outros reencontram os velhos. Como também pertencemos a esta espécie de hominis operarius partilhamos convosco algumas variantes de colegas de trabalho.

 

Desarrumado: O que ocupa toda a sua área de trabalho e ainda se expande para o espaço dos outros. Tudo está aleatoriamente distribuído e o seu local de trabalho é um verdadeiro altar de poluição visual. À desordem junta-se um pacote de bolachas vazio, o talão das compras do supermercado ou o brinquedo que o puto deixou cair no carro.

 

Lento: Raramente compreende qualquer coisa à primeira, já está com dúvidas ainda a frase não acabou. Quase sempre põe o dedo no ar com um ar triste e de quem vai desfalecer. Mas na maioria dos casos compensa com cordialidade e está sempre muito atento.

 

Tóxico: Expele o seu veneno por todo o lado, não é discreto nos cochichos e não usa filtro quando manda bocas. Opta por se fazer notar e tem a capacidade de deixar as vítimas indispostas e atordoadas.

 

Bobo da Corte: Indispensável em qualquer local de trabalho - o faz rir de serviço. Nada o deixa mais feliz e não espera pelas pausas para mostrar os seus dotes de caçador de gargalhadas.

 

Turista: Passa o dia a viajar por todos os spots e pela internet, por isso tem sempre um vídeo, uma imagem, uma música para partilhar. Nem sempre o sentido de oportunidade é uma das características que lhe assiste. É daquele tipo de colegas a quem por vezes apetece dizer: “Opá, trabalha lá um bocadinho!”.

 

Gralha: Fala, fala, fala, mesmo que ninguém o esteja a ouvir, alguns destes espécimes nem precisam do contacto visual, disparam para todo o lado. É detalhado e por vezes exige atenção, é capaz de provocar nas vítimas um desespero que anula o sentido de cordialidade. Quase sempre a conversa é desinteressante, enfadonha e trivial.

 

Sacristão: A sua ambição é ser o preferido do chefe, por isso bajula-o repetindo o que acabou de dizer, sorri exageradamente chegando por vezes próximo da vénia ou então acena constantemente a cabeça em concordância durante a oratória do chefe.

 

Alienado: Trata-se de uma espécie altiva, que demonstra dificuldade em estar em grupo, reage lentamente e com pouca iniciativa. Vive quase sempre num mundo à parte e sempre que pode reveste a pelagem com fones ignorando tudo ao seu redor. É discreto e, por vezes, não se dá por ele, até porque cumprimentar os outros pode perfeitamente passar-lhe ao lado.

 

Cravas: Palavras para quê?! O conhecidíssimo “empresta aí que depois...”, “podes dar-me que depois...”, etc. Da bolacha ao iogurte, o cigarro, o euro para a prenda do colega, o café porque não tem moedas para a máquina, enfim... Fala no presente mas agenda sempre para um futuro incerto.

 

Doninha: Seja qualquer for a estação do ano é fácil reconhecer que a sua relação com a banheira, o sabonete e o desodorizante não é a melhor. Pasta e escova de dentes também são de uso esporádico. À falta de evidências olfativas há sempre as visuais: a roupa também não gosta de ir à máquina.

 

Sabichão: O seu nome do meio é Tenho-A-Mania, sabe tudo e é dono da verdade, sobrepõe a todo o custo a sua opinião pois acha que está num nível muito acima. Quando o contrariam, a fúria é possível mas com mais regularidade opta pelo amuo.