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3 Pontos de Vista

Programad'Elas #1

Agora com dias maiores e mais soalheiros apetece ir, fazer, conhecer, explorar. Decidimos por isso sugerir.

Vamos diversificar e ser abrangentes e não serão escolhas a três. LOLA, KIKI e DUDA propõem a solo o verbo ir, para ir a sós ou bem acompanhado.

São as nossas escolhas, chanceladas com o néctar Dionisíaco da nossa preferência, ou não fosse o vinho um estímulo para os nossos sentidos.  doismuseuseumbrunchpelomeio.JPG

A rota inicia-se na Rua Augusta, no Mude para ver as 4 exposições temporárias [grátis] e que se vêm num instante; depois pelo passeio ribeirinho, passando pela Ribeira das Naus, seguir em direção ao Cais do Sodré e subir a Rua do Alecrim, parar no nº 54 - Quinoa, aqui na versão buffet um ótimo brunch (não é propriamente barato - € 15,90 - mas a qualidade dos produtos é boa e o espaço é simpático). 

Depois da barriga cheia, a subida é ligeira até ao Largo do Chiado, o próximo destino é o MNCA - Museu de Arte Contemporânea, que é grátis no primeiro domingo de cada mês, por isso compensa o preço do brunch e é de espreitar a exposição temporária e a permanente.

E porque "a descer todos os santos ajudam", o passeio domingueiro pode terminar no ponto de partida ou tomar outros rumos. Não se esqueçam de tirar fotografias, porque Lisboa é uma cidade linda e com uma luz incomparável!

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Eles já experimentaram a Cabeceiralogia!

Foram vários os leitores corajosos que partilharam um pouco da sua privacidade connosco e sujeitaram a sua mesa-de-cabeceira à nossa análise, aceitando o desafio lançado no post “Um Mundo à Cabeceira”.

 

As “consultas” foram feitas, explorando as perspetivas e sensibilidades geracionais, opinámos e o resultado até fez sentido para quem foi consultado! 

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Partilhamos aqui convosco algumas das reações, com autorização prévia dos próprios, claro!

 

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Adorei as vossas opiniões, concordo com a maior parte das coisas que vocês disseram! (Sandra)

 

Está TOP, fiquei parvo com tanta verdade... (Pedro)

 

Tenho a confessar-vos que fiquei espantado com o quão credíveis foram. À medida que ia lendo a vossa "opinação" a minha voz interior ia proferindo aquilo que a maioria das pessoas diz quando lê um bloco de texto numa página de Tarot da revista Maria: "Isto é mesmo verdade!". Por isso mais uma vez obrigado, foi genial! (Tiago)

 

Digo que fiquei de boca aberta com o que vi e li. Foi mesmo a sério o que fizeram! … Fico muito grata pelo que li… (Maria)

 

A autora do Blog Cantinhodacasa participou e partilhou o resultado com os seus leitores, vejam

 

Temos mais corajosos? Quem vai arriscar a participar?

Kizomba Style!

Não é novidade para ninguém que os ritmos africanos estão na moda… Nem mesmo para os mais distraídos, pois o nosso sentido auditivo é constantemente espicaçado por estes sons que estão espalhados por todo o lado.

 

LOLA e KIKI balançam com estes ritmos, a curiosidade e vontade de aprender os movimentos é muita e temos dado alguns passos para lá chegar. Começámos por libertar os movimentos da cintura e ancas com a Blaya… E com ela já lá vão três experiências de “Pack Bundas”! A próxima já está agendada…

 

Mas a vontade era de fazer mais… Era de aprender a KIZOMBAR! Pois ouvimos e sentimos no corpo, o que desperta a nossa vontade de dançar. Esta, que é vista como uma dança sensual e erótica, onde “a sensualidade é a mobilização máxima dos sentidos”, Milan Kundera!

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Os Professores Liliana e Acácio, com quem fizemos uma aula no Holmes Place de Alvalade, confirmaram a nossa vontade. A simpatia de ambos, a forma natural e sensual como se movimentam, como sentem o ritmo e transmitem o gosto pela dança é apaixonante.

 

Ainda sem sabermos bem o que estávamos a fazer, rapidamente entrámos no ritmo e nos começámos a sentir enturmadas, com uma vontade crescente de dançar mais e aprender novos passos.

 

Primeiro aprendemos as bases e de seguida alguns passos mais complexos. Primeiro sozinhas (sempre a olhar e a seguir a Liliana), depois a pares, com os homens. Todos eles com estilos diferentes, mas a essência era mesma. O Homem conduz, claro, como em qualquer dança a pares, e com um cavalheiro que já saiba conduzir a dança, até parece tudo mais fácil.

 

Quando acabou, queríamos mais! Não vamos ficar por aqui, queremos continuar a aprender e a libertar toda a sensualidade que estes ritmos e dança despertam em nós.

 

A DUDA, ficou em casa… Não é bem a onda dela!

 

Elegemos duas músicas que vos deixamos aqui, para ouvirem e dançarem…

 

 

 

Abracem-se!

Um abraço é um mundo e há momentos em que nada faz mais sentido do que dar ou receber um abraço. Com ele expressamos através do corpo, no gesto,  aquilo que não cabe nas palavras: o afeto, o medo, o conforto, a alegria, o entusiasmo e outras tantas emoções. 

Hoje é o dia do abraço e ainda vamos a tempo de abraçar muito - hoje, amanhã e depois.

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Dispensamos os abraços cordeais. Gostamos de abraços reais! Quais? Como existem numa infinidade de variáveis, optamos por definir três categorias: O "abraço do resolve-as-coisas" (a aplicar quando o melhor é soltar um abraço para acabar com a conversa); o "abraço de mamas" (exclusivo ao clã feminino/abraço frontal/ para enaltecer um momento especial entre amigas/ descontraído acompanhado de um sorriso evidente) e por fim o "abraço do anda-cá-que-já-não-aguento" (para ter lugar quando aquela palavra que não existe em mais dicionário nenhum - saudade - se transforma numa vontade).
Abracem-se! 

 

Irritações, Incómodos e Aborrecimentos

O convívio social exige constantes adaptações. Variamos os contextos e as molduras de acordo com as circunstâncias, os espaços e as pessoas.
Haverá quem se comporte sempre da mesma forma? Se a resposta for sim, seremos monótonos ou genuínos; se a resposta for não, seremos versáteis ou incoerentes?
A forma como agimos com os outros desenha o nosso padrão e, no que concerne ao outro, a gentileza deve prevalecer. Somos (des)educados desde cedo para o "não se diz isso às pessoas". Mas às vezes é impossível não nos deixarmos afetar por coisas que nos Irritam, Incomodam, Aborrecem e, como somos crescidas, afinal até podemos dizer, pelo menos aqui!

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LOLA - "Irrita-me..."

- Pessoas que não dizem "bom dia";
- Estar a lavar os dentes e alguém estar a falar comigo, de outra divisão da casa (não oiço nada);
- Estar atrasada (ter consciência disso) e dizerem "Estás atrasada!";
- Falarem com um tom anasalado, e não é por estarem constipadas;
- Pessoas centradas nelas próprias.

 


KIKI - "Incomoda-me..."

- Aquelas pessoas que olham e comentam a comida alheia, principalmente se for um comentário depreciativo, pois quase que perdemos o apetite;
- As pessoas que estão sempre a falar de low cost, só por ser low cost, pois no fundo até nem é mais barato;
- Que me pisem os pés, principalmente quando eles estão à mostra;
- A chica-espertice na estrada;
- Pessoas que não deixam os outros falar de tão centradas que estão nos seus umbigos (Umbiguices!).

 


DUDA - "Aborrece-me..."

- Falar com alguém que não respeita a distância de conforto (80cm no mínimo);
- Comer com quem fala de boca cheia;
- Apenas uns míseros centímetros de papel higiénico só para não mudarem o rolo;
- Pinças do cabeleireiro a servir de acessório do cabelo;
- Gente bronca (no trânsito e em todos os lugares).

Elas estão, ou não, fora de jogo?

Em dia de comemorações do vencedor do Campeonato Nacional...decidimos opinar sobre FUTEBOL!

Gostamos e sabemo-nos fazer rodear de um universo masculino, que também opina e que por enúmeras razões implicamos e envolvemos nas nossas divagações. Apesar de estarem nas bancadas, eles já não conseguem não ser a claque e nós queremos dar provas de que somos capazes de aceitar qualquer derby. Somos ou não capazes de falar de futebol? O que pensam três mulheres sobre este universo?

Em equipa o reconhecimento inegável do espaço que ocupa nos meios de comunicação social, nos momentos de ócio, nas conversas de café. É quase uma espécie de linguagem universal que permite a todos opinar e sermos treinadores decididos e tendenciosos, capazes de pôr em jogo com toda a veemência teorias, que muito pouco filosóficas, rematam diretamente à baliza.

 

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LOLA

Eu gosto de futebol…acho que sempre gostei. Desde sempre, que me conheço a ir ao Estádio da Luz ver o Benfica e a acompanhar o campeonato (não necessariamente a ver os jogos na TV), altamente influenciada pelos homens da família. Sinto-me capaz de identificar um fora de jogo, a diferença entre um derby e um clássico, sei o que é um passe de letra, um contra-ataque, o que é um lateral esquerdo, os nomes do plantel dos 3 grandes e respetivos treinadores e até sei algumas coisas do mercado de transferências.  

Quando vou ao estádio, vou com a panóplia de acessórios que se quer para este tipo de evento e gosto de vibrar como a maioria que lá está (também grito e salto da cadeira quando o Benfica marca). No meu clube tenho também os meus preferidos, e não pela cara bonita, calções justos ou pelos gémeos musculados.

Gosto de me reunir com amigos para ver os grandes jogos e até alinho nas cervejas e nos amendoins, mas no que respeita às discussões…dificilmente estarei nelas. Cada um puxa pelos seus e gostamos sempre mais dos nossos. Estar no mesmo espaço onde decorre uma discussão, apenas é tolerável se for moderada e no máximo dou 4 minutos de período de compensação.

Ah… o meu preferido é o Cristiano Ronaldo! (Aqui, não garanto a imparcialidade quanto aos calções justos e aos gémeos musculados).


KIKI

Futebol?!?! Não posso dizer que gosto, mas também não consigo afirmar que não gosto.

A preferência está na cor verde. Não sei explicar bem porquê, é de infância e tem outra classe… Influência de Pai e Tio!

Não vejo um jogo na Televisão. Nunca na vida! Nem percebo bem a vibração dos Homens nesses ajuntamentos de testosterona masculina, cujo objetivo é apenas olhar para um ecrã e ficar, pelo menos 90 minutos, a ver uns quantos homens a correr atrás de uma bola, enquanto ingerem umas quantas “jolas” e verbalizam umas quantas ofensas. Torna-se aceitável apenas se tivermos a torcer pela Seleção Nacional, a nossa pátria.

Sou, no entanto, moça para alinhar numa ida ao Estádio e gostar. Um espetáculo ao vivo é sempre outra coisa. Vibro com o ambiente, quanto mais perto da claque melhor, é um instantinho até começar a cantar e saltar com eles… E até tenho uns cachecóis do meu clube, acho uma graça! Não percebo bem o esquema tático, mas identifico o básico. Dá para perceber se estamos a ganhar ou a perder, mas ali o importante é mesmo viver o espírito. Ah, e também não deixa de ser interessante observar aqueles corpos masculinos de alta competição, com pernas esculturais e ombros pujantes, a lutar incansavelmente por uma oportunidade de colocar a bola na baliza…

Opinião incoerente? Não gosta, mas depois até gosta? Verdade! Sou mesmo assim! Dou sempre o benefício da dúvida e gosto de me adaptar aos contextos. Não deixa de ser um fenómeno cultural e sociológico.

Taticamente falando, digamos que jogo no meio campo…


DUDA

Não há como dizer isto de outra maneira – para mim é um cartão vermelho! Expulsão direta do meu quotidiano. Sempre que me perguntam o clube respondo como um nómada sem pátria: “nenhum!” Geralmente resulta em silêncio, o que é bom. Alguns mais persistentes ainda tentam e apontam a Seleção, mas derrotados e inconformados abandonam o assunto porque a crucificação já não é bem vista e é melhor ficar por ali.

Estou decididamente fora deste jogo, mas sei alguns nomes, reconheço os estilos dos cortes de cabelos, gosto de me surpreender com o português maltratado, acho uma graça à expressividade masculina dos jogadores após o momento do golo. Mas não acho graça nenhuma aos comentadores pseudo intelectuais com gravatas foleiras, que se abra um noticiário com uma fofoca de um jogador e se gastem milhões em estádios mausóleos (tirando o do Souto Moura que tem realmente muita pinta).

Antes do apito final assumir, a melhor coisa sobre futebol é o livro do Desmod Morris - A tribo do futebol, isso sim, um pontapé de saída! 

 

Um Mundo à Cabeceira

Que o quarto é um espaço privilegiado para a serenidade, nada de novo. É, ou deverá ser, um lugar especial, de intimidade(s) e privacidade(s). E tudo o que está no quarto, o que deverá ser? Um reflexo do que somos? Uma história contada das nossas preferências e vivências?

Falar do quarto é falar de nós! Mas não escolhemos falar do quarto no geral, antes de um objeto especial (ou não) e discreto - a mesa-de-cabeceira – um lugar, por norma pequeno, onde guardamos e abandonamos, antes de dormir, parte das coisas do nosso mundo.  

Percebemos que afinal estas têm muito para dizer de nós. E por isso aqui fica o desafio, diz-nos como é a tua, dir-te-emos quem és! GRÁTIS a partir de hoje, qual consulta astrológica, a fotografia da tua mesa-de-cabeceira será alvo de um mapa, mas sem ascendentes, sem luas em planeta nenhum, sem casas em não-sei-o-quê, mas com a garantia de que opinaremos com toda a sensibilidade estética, geracional, feminina e fantasiosa que nos caracteriza.

Como? Fotografia colocada no facebook 3 Pontos de Vista ou enviada para o email (3pontosdevista@gmail.com). Resultados privados e confidenciais. Apenas esperamos que depois nos digam se fez algum sentido o que do vosso mundo na vossa mesa-de-cabeceira encontrámos e, se realmente encontrarem um sentido, partilhem nos vossos blogs e páginas de facebook.

Mas para não acharem que só opinamos com as coisas dos outros, aqui ficam as nossas para poderem, também, ficar a conhecer um pouco do que temos à nossa cabeceira.

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...

 
LOLA

Não tive poder de escolha e até agora tenho esta. Quando escolher, escolho uma de cada nação… acho graça.

Tenho duas, mas tendo sempre para a do lado direito. As três gavetas são fundamentais, cada uma para arrumar o que lhe compete. Na fotografia está mais arrumada do que o costume. Podem aparecer mais umas coisas, mas estas estão certamente lá. Não dispenso a coluna por nada (quase sempre ligada, quando estou em casa) que se faz acompanhar do comando da televisão e também do do aquecedor/ventoinha. O creme permanece porque faz parte do ritual do dia-a-dia e a pílula idem. O carregador do telemóvel pode aparecer ou não, mas a maior parte das vezes está lá. Os brincos, aparecem no final da noite e desaparecem no início do dia. O difusor do cheirinho, também "salta" para a tomada de manhã. Por vezes, pode servir de apoio a um livro, a um caderno e/ou a umas canetas.
O candeeiro diz o “boa noite”… e amanhã é outro dia.

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KIKI

Não foi a que eu escolhi, mas a que alguém especial considerou mais adequada. Como tal, lá permanece.

Não morro de amores, mas é a minha, por isso íntima, não fosse dormir a meu lado diariamente e até ser a minha confidente, pois o quarto é "o meu canto, o meu abrigo"!
As gavetas são quatro, mas mesmo assim insuficientes, preenchidas maioritariamente por todos os modelos e cores de meias, collants e caneleiras.
Em cima permanece aquilo de que não me posso esquecer - medicamentos e água para os tomar -, o que me dá jeito ter à mão - vaselina para hidratar os lábios; creme para hidratar os pés; lenços; o carregador do telemóvel, luz e o comando da Televisão – e ainda por lá paira um livro, o que está a leitura no momento. O objetivo é evitar  levantar a meio da noite, pois adoro preguiçar.

O naperon?!?!? Ai o naperon... Não gosto! Mas por vezes temos que ceder...

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DUDA

A forma foi o mais básico que encontrei, cubo vulgarucho do IKEA, não me orgulho. Sem gaveta, mas com caixa para ser fácil mandar roupa interior lá para dentro. Como sou claustrofóbica com tralha, no topo apenas tenho 4 livros pendentes atuais (atuais, porque há outros que, menos atuais mas pendentes, já foram parar à estante). Entre os livros, escondida, costuma estar uma base de copos com o formato de uma maçã, que à noite destapo para por a chávena de chá ou a garrafa de água. Mais nenhum objeto aqui tem lugar, só os óculos que dormem por cima deles. De manhã ela volta a ser apenas, e basta-se como, um suporte para livros. 

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Viajámos na maionese - Queremos ser Embaixadoras!

Tudo pode ser inspirador, até revistas com pouco conteúdo, as ideais para acompanhar um fim de tarde na esplanada. Ora precisamente num desses instantes de páginas instantâneas, percebemos que nos deu para ser convictas convencidas… Viajámos na maionese e queremos ser embaixadoras de uma marca - mas não de uma marca de maionese, claro!

 

Decidimos, como umas e outras, que queremos ser a cara de uma marca e utilizadoras dos seus produtos, já a ver assim um futuro pela frente, porque há sempre futuro, seja aos 20's, aos 30's ou aos 40's.


LOLA

Quero ser embaixadora da Peugeout!

Porquê? Pois... o meu carro já tens uns anos… associado aos anos, uns Kms… e associado aos Kms, um grande desgaste… Para além disso, é precisamente da cor verde (hum... não gosto muito), os plásticos já estão russos e já faz uns barulhos... quando não tenho tempo de me desviar de um buraco ou passo numa lomba, OMG! Andar a mais de 130 Km/h, ainda que seja proibido, é a mesma coisa que estar na vibroplate. Por estas e outras coisas, o Peugeot 308 é mesmo a minha cara.

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KIKI

Quero ser embaixadora da Quebramar!

Porque não há nada melhor do que nos sentirmos bem, confortáveis, livres e bonitas… Porque adoro roupa, conjugar, estrear, usar… Porque gosto das cores e do estilo navy… Porque há mar, brisa, cabelos ao vento, cheiro a férias… É a QUEBRA da rotina agitada, num encontro com o MAR!

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DUDA

Quero "embaixar" a Lancôme!

Para começar porque conheço aquele anticerne como ninguém e não me importo nada de ficar acérrima defensora de outros produtos da marca. Para mim, não há grandes justificações a acrescentar porque este é um post dedicado a superficialidades, que rima muito bem com vontades e liga ainda melhor com mania de que agora tudo se governa com um basta querer para ser (ou ter)!

 

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Também nos apeteceu! 

OLÁ dia sem dieta!

Quem nos acompanha já sabe que somos "bons garfos", mas também é verdade que, como qualquer mulher que se preze, há sempre um cuidado e atenção especiais com a linha (ou pelo menos uma tentativa de) - à exceção da DUDA que não se preocupa muito com isso, nem precisa!

Para comemorar o "Dia sem dieta", decidimos prevaricar e dizer OLÁ a um gelado. Aqui ficam as sobremesas do almoço de hoje!

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O IVA a contribuir para a beleza

De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos, já diz o velho ditado. Mas sabemos que os ventos aqui por terras da Lusitânia também não têm sido grande coisa, estamos há muito no ciclone da crise e os casamentos, segundo dizem, diminuíram. Desinveste-se! Mas nós decidimos investir, investir em nós (e lá há coisa mais importante logo a seguir a investir nos afetos!?).

Orientadíssimas com a experiência da Lola, qual mestre-de-cerimónias nos levou a terras vizinhas (logo ali a dez minutos) para espanhar e comprar uma parafernália de tralha cosmética.

Impulsivas e empolgadas enchemos os sacos (de mimos para nós e para outros, aqui com charcutaria incluída) e a auto estima.

O IVA tornou-se um tolerável aliado e foi um entusiasmo deixar euros na terra de nuestros hermanos. Sim, assumimos! E até chegámos à conclusão que afinal sopramos de outra forma o peso do imposto - Importa Valorizar a Aparência.

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   LOLA

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   KIKI

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   DUDA
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