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3 Pontos de Vista

O Romantismo aos 40… Já foi!

A rentrée 3PV faz-se com a inauguração de temáticas. Escolhidos em função do mood, decidiu-se que os meses terão temas, fragmentados em derivações que se querem entusiastas, subjetivas, divertidas e (porque não) polémicas, acesas e interessantes. Assim, e porque gostamos de fugir ao cliché, deixámos para já a primavera em paz (talvez nos apeteça, lá para setembro) até porque abril, águas mil e por isso este será o mês do romantismo. Coloca-se então a grande questão: O romantismo já não é o que era, ou será?!?!

Elaborada uma listagem de temas a explorar, surgiu o primeiro sobre o qual queremos opinar: Está oficialmente aberta a época dos casórios, matrimónios e casamentos. Conheça as (nossas) diferenças!

Desta vez a Duda (40’s) foi a primeira a libertar a sua aterradora inspiração do tema, arrasando com qualquer escrita criativa da Lola (20’s) e da Kiki (30’s), mesmo sendo estas mais jovens gerações umas românticas e crentes no amor.

Deixamos-vos então com a perspetiva romântica dos 40’s!

(ATENÇÃO ROMÂNTICAS, AS PALAVRAS E PERSPETIVAS SEGUINTES SÃO VIOLENTAS E PODEM FERIR SUSCETIBILIDADES E CAUSAR TRAUMA)

 

DUDA

Tal como as outras (coitadas) espécies cinegéticas também se abre, em abril, para a nossa a época dos casórios. No inverno fica tudo mais sossegado, sai-se pouco da toca, o clima não favorece as fatiotas, já se foi o bronze e o cenário para as fotografias com os noivos e os ilustres (tantas vezes, foleiros) convidados fica mais limitado. Para mim, os casórios são festas de gajas!

A noiva é que manda em tudo, o pobre do noivo não é mais do que um acessório que tem que rimar com o vestido, com as toalhas de mesa e com as flores da igreja. As criancinhas clamam pela diva, que como se sabe vem vestida com um traje que muito provavelmente só vestirá uma vez, em regra pesado e pouco prático e que a maioria das vezes a faz ter sempre uma mão ocupada a agarrar qualquer coisa, ou porque o comprimento é excessivo; ou porque a tiara não pode cair na sopa; ou porque o véu na trigésima nona fotografia tapa a figura do acessório masculino-noivo; ou o modelito da tia, que já não se vê há anos mas que não havia como não convidar. As outras gajas - não tão importantes mas indispensáveis - também se centram na fatiota, na sua, na do seu acessório e na das criancinhas, se for o caso. Antes e durante os casórios são festas de vaidade feminina, organizadas com extremo zelo e cenográfica q.b., e são também uma grande canseira!

A seca começa logo na véspera ou muito cedo porque já há uma ida ao cabeleireiro. Depois o momento na casa da noiva ou do acessório – comem-se uns croquetes é o que vale. Depois vem a igreja ou a cerimónia do registo civil, a seca dependerá da duração mas quase sempre tem tempo a mais. Por fim o copo-de-água (sei lá porque raio se chama assim) mas ainda antes do farnel, as fotografias. É a altura ideal para procurar os senhores do lacinho com bandejas, que estão ali para nos salvar. Finalmente a ida para a sala onde o manjar será servido, esta é a hora para observar as gajas a trocarem os sapatos e nada impede de se ver umas lantejoulas misturadas com um chinelo de dedo ou outros sapatos que não têm nada a ver, mas já se pede conforto, até porque agora é altura de sentar e ficar à espera da dança dos pratos e da banda sonora esporádica mas estridente do telintar do copo ou pior ainda no prato, a pedir que os noivos se beijem. Reservo-me sobre o fim da festa, porque senão excedo as linhas concedidas para este tema, mas é como se sabe o momento alto da figura-triste, das gajas já a atirar pró desarrumado, da noiva cansada, dos convidados ébrios onde o noivo se inclui e das criancinhas a berrar com sono.

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LOLA e KIKI prometem fazer renascer o espírito casamenteiro nos próximos posts!

Vão dar-nos música... e nós vamos gostar!

A agenda para 2016 não estaria completa senão tivéssemos incluído os concertos. A nossa lista é diversificada e eclética, como não poderia deixar de ser.
Não vamos a todos porque os euros não esticam, mas já temos sacralizado o dia em que, nem que chovam canivetes, nós vamos lá estar, para nos darem música!!! 

 

LOLA

18 de abril - Florence + The Machine (MEO Arena)

 

KIKI

25 de janeiro - Bryan Adams (MEO Arena)

 

18 de abril - Florence + The Machine (MEO Arena)

 

DUDA

08 de julho - Radiohead (NOS Alive)

 

Parabéns à DUDA!

Duda, representante dos 40's aqui... Sopra hoje mais uma velinha, mas representará ainda esta década por mais uns aninhos.

Não deixa de ser curioso este encontro compatível de gerações, onde a maturidade da Duda desempenha um papel de equilíbrio. 

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DA LOLA...

Seres amiga da Duda é saberes que ali, encontras a experiência. Uma grande Mulher, que também é uma grande Mãe, aquela que abre as asas, sofre, mas deixa voar.

É saberes que ela é pragmática, gosta das coisas à maneira dela, mas mesmo assim gostas dela.

Quando diz que é autocrata, ela é mesmo, nós sabemos.

É peculiar, um tanto teimosa, mas serena quando o tem que ser. Acho que por detrás daquela firmeza de uma quarentona gira, ela é sensível sem deixar que os outros dêem por isso.
Não abre o seu espaço a todos…dá muito valor ao seu. Ao seu espaço, às suas coisas, aos seus scripts.

Quando foca, dificilmente desfoca.

Ser amiga dela, é saber que num cigarro de 10 minutos podes falar de tudo e mais alguma coisa, e que ali encontras a voz da experiência, da opinião que é trabalhada no segundo, da mente que viaja pela vida.
Gosta de palavras difíceis, que quase não veêm no dicionário. É saber!

É de devaneios.
Gosta de se dedicar a si, ao seu corpo, ao seu intelecto, mas também aos outros…quando menos esperas, surpreende.
É a pessoa para quem andar de balão de ar quente é radical, mas beber um copo de vinho é romântico.
Gosta de pensar. É livre!

Com ela, as coisas são claras, são o que são.

Amiga, é tão bom, ter-te por perto!
Tem sido maravilhoso receber de ti toda essa sabedoria e esse carinho à tua maneira.
Obrigada por deixares que esta miúda tenha entrado na tua vida!

Mil beijos e muitas auroras boreais na tua vida, brilhantes, como tu.

 

DA KIKI...

Mulher experiente, Mãe lutadora, Companheira leal, Profissional credível, Amiga incansável!

Não me lembro bem como entrou na minha vida, sei que nunca mais saiu. Amiga de coração gigante. Ouve de forma incansável. Orienta pela sua experiência de vida, sem impôr ou indicar verdades absolutas, pois sabe que não as há.

Valoriza as coisas mais simples da vida e sabe crescer com os detalhes. Inspira-se com a natureza, alimenta-se com arte e expressa-se através da partilha de conhecimento e tornando belo o que parece impossível sê-lo.

Tropeçou, mas manteve o equilíbrio. Transformou as barreiras em experiência e, com coragem, fez diferente.

Minha amiga, contigo comecei a ganhar coragem para encarar a realidade, sem medo de sofrer, pois o sofrimento da verdade é sempre mais vitaminico que a ilusão da mentira. Contigo aprendi que não há fórmulas certas para uma realidade; que é preciso ver fora da caixa, ver as diferentes perspetivas para valorizar mais. 

A amizade não se agradece, por isso não o vou fazer, mas digo Obrigada ao destino por nos ter cruzado. Sinto-me uma sortuda por te poder acompanhar e crescer contigo.

Felicidades!!!!

 

Post-it das coisas (in)Significantes de 2015!

Depois de um pequeno interregno nas lides blogueiras, estamos de volta com o registo do que pode ser o post-it do ano que termina, talvez para colar na agenda de 2016. Deixámos de fora os acontecimentos globais, até porque os noticiários, revistas, sites e etc. o vão fazer. O drama dos refugiados e os ataques terroristas fizeram-nos escrever a vermelho a palavra Europa no nosso post-it coletivo.

O desejo de futuro cozinha-se também com temperos do passado. Aqui fica a lista dos nossos ingredientes que, em comum, tem a amizade e o nascimento dos 3 Pontos de Vista!

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LOLA

Janeiro - Novo ano e novas resoluções para fazer de 2015, um ano feliz.

Fevereiro - Nasce este blog, numa descoberta de amizades improváveis.

Março - Aparecem os primeiros raios de sol e o ano começa a ganhar uma nova cor. A vontade de sair à rua, aumenta.

Abril - Uma agitação no que respeita a novos desafios profissionais. Acabaram por não se concretizar, mas ainda assim foi um mês intenso e de prova de que estamos ativos.

Maio - Iniciou a época balnear, logo no 1° dia.

Junho - O mês onde os meus treinos deixaram de ser no ginásio e passaram a ser a caminho da praia...muita, muita praia.

Julho - O mês da música. O mês de ir a festivais ouvir as bandas e os artistas preferidos, conhecer outros e ficar a gostar ainda mais de alguns.

Agosto - O mês mais marcante do ano. Fiz uma viagem que me mostrou que somos felizes com as mais pequenas e simples coisas da vida. Uma verdadeira aventura, que relembro de coração muito cheio.

Setembro - Embalada pelo espírito do mês anterior, iniciei uma poupança (ambiciosa) para conhecer outros sítios.

Outubro - Ainda que no mesmo emprego, com novas responsabilidades, o desafio aumenta e o medo de não corresponder é inevitável. Fim da época balnear.

Novembro - Um mês de reencontros, com amizades que se esperam que prosperem.

Dezembro - A minha entidade empregadora f@#€$-m% este mês, mas há a família e os amigos para dar cor (que não a das notas) à minha vida!

 

KIKI

Janeiro – Início de uma nova fase, com um espírito de que este iria ser efetivamente um ano de mudança, de coisas novas, de desafios, de coragem, de testes aos limites… Comprovou-se!

Fevereiro – Nasceu este nosso filho: 3 pontos de vista! Que alegria!

Viajei, conheci um sítio novo, ainda que por terras nacionais, mas exigiu avião, fui até aos Açores, à Ilha Terceira!

Março – a agitação profissional preencheu o tempo, foi mês de criatividade e conhecimento.

Abril – o corpo queixou-se, exigiu dedicação, tive que o ouvir e dedicar-lhe atenção.

Maio – ainda que prematuro, chegou o verão, iniciaram-se os trabalhos para o bronze, abriu-se oficialmente a época de praia, sol, esplanada…

Foi ainda mês de novas experiências! Fiz, num inesperado, a já há muito esperada aula de kizomba: adorei! Realizou-se ainda o também há muito desejado salto de bungee jump: uau! Afinal sou mais corajosa e aventureira do que imaginava!

O coração entrou em modo flutuante!

Junho – mês de mais uma vontade concretizada: andar de mota! Concluí que dificilmente irei ter a minha, mas estou pronta para andar com outros, sem medo e com confiança em quem me conduz.

Julho – mês em modo festivaleiro, a palavra de ordem foi MÚSICA.

Agosto – as merecidas férias! Estas de aproximação ao Eu, apesar de partilhadas com pessoas da minha vida, sobressaíram os momentos de reflexão e inspiração, com muita praia e sol!

Setembro – Regresso ao trabalho que representa sempre novo início, como se fosse mais uma passagem de ano. Este ficou marcado pelo espírito de poupança, para daqui a um ano conhecer a Europa; e pela decisão de ultrapassar os receios com a água, iniciei aulas de natação, não que não soubesse nadar, mas a necessidade de me aproximar a este elemento natural era premente.

Outubro – as mudanças continuaram e aqui efetivou-se o desejo de lançar um novo projeto. Muito há ainda a fazer, mas o passo foi dado!

Novembro – ultrapassada a barreira aquática, chegou a altura de encarar desafios nesta “praia”, experimentar a prática de surf e bodyboard. Longe de o saber fazer, mas a coragem de lá ir e o à vontade que senti são para mim uma grande conquista!

Chegaram os 32. Estou mais experiente!

Dezembro – reencontrei e conheci família. O tempo e as circunstâncias da vida afastaram-nos, mas as redes sociais e os laços de sangue aproximaram-nos. Mês de encontros e reencontros!

 

DUDA

Janeiro - O ano começou com as palavras de ordem do costume: fazer, acontecer e vou e quero e já decidi…

Fevereiro – Nasceu este blog e fomos três mães babadas mas com direito a dormir noites inteiras.

Março – Questionei-me como pude viver estes anos todos sem uma máquina de lavar loiça.

Abril - A primavera foi-se instalando e aumentou significativamente a intenção de fazer programas a torto e a direito, contaram-se pontes e feriados e talvez mais de metade tenham ficado pelo caminho.

Maio – Comemorámos o dia do trabalhador da melhor maneira possível – na praia a comer bolas de Berlim.

Junho - Percebi que iam mudar coisas na minha vida sem eu as ter escolhido.

Julho – Preparei-me para a mudança e ela aconteceu.

Agosto – Não tive férias, mas ganhei certezas, que só sabemos o que é verdadeiramente importante para nós quando nos confrontamos com a possibilidade de perdermos.

Setembro – O regresso à rotina, mas com vontade de fazer diferente. Foi inaugurada a odisseia da poupança.

Outubro – Planos de outono. O de me livrar dos trapos velhos ficou mais uma vez adiado.

Novembro – Decidi voltar a ter árvore de natal (só com luzes e sem tralha). Depois, e como está num vaso, vou plantar o pinheiro e só me fica a faltar o livro.

Dezembro – O frenesim do Natal deixou-me claustrofóbica como sempre. Finalmente alguns dias de férias, mas ainda não é desta que vou ver a aurora boreal.

 

Até 2016!!!

HOJE, quero #ouvir Fado!

Não há uma razão, apenas porque é Sábado, está frio e estamos em modo caseiro... Apetece-nos ouvir FADO!

 

Um gosto transversal às três gerações, deixamos-vos a seleção de cada Ponto de Vista.

 

LOLA, aos 20's...

 

CARLOS DO CARMO - Canoa do Tejo

 

KIKI, aos 30's...

 

MARIZA - Chuva

 

DUDA, aos 40's...

 

CARMINHO - Disse-te Adeus

 

BOA NOITE!!!

3 séries para um dia de chuva

Não se deslumbra o fim da temporada das séries. Vieram para ficar. Canais dedicados e temas variados para todos os gostos. Histórias partidas em episódios, que se fazem esticar durante semanas e meses. Levam atrás, fãs aficionados que vão alternando entre a angústia e o saudosismo no intervalo de cada temporada.  

Agora que a chuva também voltou com novos episódios, aqui ficam as nossas 3 escolhas das nossas 3 séries de eleição, chova ou não.

 

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LOLA

Aos 20's...com um dia chuvoso, cinzento e frio, a vontade é de agarrar numa caneca de chá quente, "press play" e embrulhar-me em séries. Para estes dias assim, que em nada ajudam ao meu mood, escolho as minhas 3 séries de eleição até à data.

Game Of Thrones
Uma série de fantasia que reporta à época medieval e com um trabalho a nível da produção absolutamente notável. Gosto da irreverência da história, da construção dos atos inesperados, dos cenários criados, do guarda-roupa, da incerteza dos acontecimentos e das surpresas a cada episódio que me fazem detestar e amar o escritor. As minhas personagens de eleição são Tyrion Lannister, Bronn e como não podia deixar de ser John Snow e Khaleesi, The Mother of Dragons.

Vikings
Comecei a ver Vickings como consequência à ausência de GOT...a verdade é que consegui ver as 3 temporadas enquanto o diabo esfrega o olho. Vi dois episódios e não consegui parar mais. À semelhança do GOT sofro pela demora da próxima temporada.

Gosto dos cenários e das personagens escandinavas. A história da propagação do povo pagão pela Europa agarrou-me desde logo. Levou-me a querer saber mais sobre estes grandes acontecimentos do século VIII e como a minha ideia de um viking era verdadeiramente errada. O guarda-roupa e a caracterização também são pontos altos desta produção do canal História. As minhas personagens preferidas são Ragnar Lothbrok, Lagertha e Athelstan.

Gossip Girl
Comecei a ver esta série, ainda não estava nos 20's. Já não vejo há muito tempo e na verdade não vi até ao fim. Ainda assim, seguia atentamente e hoje se for dos tais dias cinzentos e na falta de temporadas das minhas preferidas, sou capaz de me embrulhar nas bisbilhotisses da zona de Elite de NY.

Gosto das histórias cruzadas, das roupas e da inteligência das personagens.
As preferidas são Chuck Bass e Blair Waldorf.

Muito havia por dizer das preferências para os dias cinzentos, por isso não colocar de parte Tyrant, White Collar, How I Meet Your Mother, Complications e The Big Bang Theory.

Nesta altura, ando a descobrir House Of Cards.

 

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KIKI

Quando as condições climatéricas convidam à ronha e ao percurso cama-sofá, as séries são sem dúvida uma boa companhia. Julgo que não por estar nos 30’s, mas por ser a KIKI, a escolha cumpre requisitos que não fogem àquilo que são também características minhas.

Valorizo séries com histórias atuais. Nada de séries da idade da pedra, cheia de bestas brutas a esgueirar sangue por todo o lado… E há alguma coisa mais atual, ou intemporal, do que as relações?!?! Um tema que nunca passa de moda. Pois é, sou romântica, por isso escolho séries Românticas! Daquelas que, às vezes, até fazem cair uma lagriminha lamechas.

Importa que me façam rir… Em dias climatericamente tristes, importa gargalhar um pouco, para descontrair e animar. Por isso, têm que ser séries com sentido de humor.

A minha escolha é então:

Grey’s Anatomy

Sex and the City

How I Met Your Mother

 

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DUDA

Não foi fácil a seleção porque há mais do que três na minha lista. Escolhi três que, completamente diferentes em género, têm em comum o facto de serem narrativas sólidas, preenchidas de detalhes que as tornam as minhas series de eleição.

Hannibal
Thriller psicológico e bizarro que põe a nu a mente humana em personagens que à beira do abismo da sanidade desafiam o que para o espectador poderá ser o lógico e o espectável. A câmara também surpreende, bem filmado e com momentos que lembram o registo de David Lynch.

Vikings
Excelente guarda-roupa, repleto de peças e detalhes muito bem conseguidos. A fotografia também marca pontos. O encantamento da estética escandinava, numa narrativa que evidencia a mescla que foi/é a cultura europeia.

House of Cards
Os bastidores da casa branca e os jogos de poder para mostrar o que é política ao comum dos mortais. Abordagem consistente por personagens credíveis e claro excelentes atores.  

 

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Soutiens com nomes de mulheres… Mulheres com nome, mas com ou sem soutiens?

Não tem outra finalidade que não estética! É um facto, pode melhorar o conforto, por exemplo correr sem ele é chato, mesmo para quem não se queixa do volume.

 

Há muito que foi imposta a ditadura do soutien, para algumas mulheres chegou a ser símbolo da opressão sexista, do imperialismo machista. Mas esses foram outros tempos, já não se queimam soutiens em prol de reivindicar a liberdade sexual, o direito à escolha, à emancipação. Agora são outros tempos, ou outros implantes!

 

E o soutien, o que é feito do soutien? Perdura… como peça democrática da roupa interior feminina, porque afinal há para todos os gostos, para reduzir, para aumentar, para ser discreto ou para se fazer notar. E, agora, até têm nomes de mulheres. Das mulheres que os vestem, felizes e entusiasmadas? Ou entediadas com um mal necessário?

 

Opinamos, numa perspetiva geracional, sobre esta peça absolutamente feminina, fazendo uma escolha INTIMISSIMI, pois foi esta a marca que se decidiu aproximar da mulher, dando nomes próprios aos soutiens.

 

LOLA

Aos 20’s… digo SIM ao soutien!

Não saio nunca de casa sem o “amigo do peito”. Tenho preferência pelo padrão liso, por vezes com um ou outro apontamento, mas geralmente sem demasiados rendados. Ainda assim, também existe um ou outro desses na gaveta. Os que dão mais confiança e os que potenciam o corpo da mulher, mas sem descurar o conforto. Na hora de escolher, não é muito difícil, pois não ofereço essa dificuldade. É, portanto, uma peça fundamental do dia-a-dia da mulher.

Confesso, quando o tiro é um alívio, mas não o dispenso nunca.

Se estivesse agora nas compras, escolhia este (sem costuras): GIOIA.

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KIKI

Aos 30’s… É um SIIIIMMMMMMM. Eu uso, com todo o prazer e segurança que a peça assegura. Não concebo sequer não usar soutien, seria, para mim, um desconforto e um quase sentimento de prática de nudismo, porque há efetivamente um relevo notório no meu caso.  

Uma arma de conforto e sensualidade, é assim que o sinto. Um toque importante no decote feminino, com modelos adequados à dimensão do peito e ao formato da peça de vestuário que o vai sobrepor.

A cada ocasião adequa-se a opção!

Hoje escolho o MONICA.

 

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DUDA

Aos 40’s… É um NÃO!

Para mim sem, mas uso. Contradição admito! Confesso ser um sacrifício, é um “tem que ser” ou pela transparência ou pela aparência, acaba por ser indiferente. Eu, e porque não faço sombra à barriga, a seguir aos sapatos é logo o meu segundo objetivo quando me decido despir. Nunca acho aconchegante ou confortável, para mim são todos uns espartilhos, que apesar de poderem ser bonitos não deixam de ser claustrofóbicos e incómodos… Mas aqui fica a escolha: RETRO FLOWERS SIMONA.

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